“A Mulher da Praça”
Uma mulher vivia numa praça, próxima ao centro urbano.
Ela havia transformado aquele local em seu lar; ali dormia numa rede, amarrada em duas árvores, e quando chovia, jogava uma plástico sobre a rede e assim se protegia da chuva.
Possuía, também, uma caixa de papelão onde guardava seus pertences pessoais, ou seja, suas roupas e alimentos que ganhava das pessoas que moravam nas redondezas.
Certa vez, parou um caminhão da prefeitura na praça e recolheu tudo que a mulher tinha.
A rede, o plástico, a caixa foram levados pelos funcionários municipais, que alegaram que ali ela não podia mora.
No outro dia após o ocorrido, a mulher estava de volta no mesmo local. Permanecia tranquila e estendia a mão para quem passasse, pedindo um auxílio.
Uma pessoa que já conhecia dali, observando a ausência da caixa e da rede, perguntou-lhe o que havia acontecido.
Com a voz calma e sem revolta a mulher explicou que a prefeitura passou ali e levou tudo o que ela tinha.
– Que absurdo! – disse transeunte indignado com o fato.
– Eu não me preocupo com isso – respondeu a mulher -, porque todas as vezes que eles tiram minhas coisas, as pessoas me dão outras e, na maioria das vezes, acabo recebendo mais do que tinha antes.
Naquele momento, o transeunte, se despediu da mulher e saiu andando no que havia escutado. Certamente, aquele era uma bom exemplo de uma pessoa que conseguiu interpretar uma situação de perda como uma possibilidade de ganho maior.
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Essa história faz parte do Livro ” A TERAPIA DAS HISTÓRIAS” Dra. Maria Salette.
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